A exposição dos fotógrafos Cristina de Middel e Bruno Morais documenta as alterações e adaptações que experimentou Esu, um dos corpos mais enigmáticas da cosmogonia da África Ocidental, depois de atravessar o oceano com os escravos e alcançar Cuba, Brasil e Haiti. O projeto questiona os estereótipos que ligam as religiões africanas a energias sombrias e diabólicas.

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